Não existe mais hora, nem lugar — os smartphones e tablets caíram no gosto das pessoas, que não largam seus aparelhos de jeito nenhum. Seja no banheiro, no quarto, na cama, na hora do almoço, antes de dormir, em situações até inimagináveis.
Os dados e estudos sobre a tecnologia mostram a força com que o mobile chegou no mercado — um indicativo do que ainda vem pela frente.
Um recente estudo da Nielsen, reconhecida empresa do ramo de pesquisas, em conjunto com Associação Mobile Marketing (MMA), revelou alguns hábitos dos consumidores das tecnologias móveis:
- 47% da pessoas utilizam seus smartphones antes de dormir;
- 36% utilizam logo após acordar;
- 21% fazem uso dos dispositivos enquanto estão no banheiro;
- 24% usam enquanto assistem TV;
- 55% mexem em seus aparelhos em momentos de espera (médico, cinema, trânsito);
- 16% dos consumidores utilizam os dispositivos enquanto fazem alguma refeição.
Os smartphones já são a principal forma de acesso para 25% dos usuários que passaram a utilizar os recursos móveis como parte do seu dia a dia. Dados revelam que 13% das pessoas já compraram algum produto pelo aparelho, sendo que 37% destes admitiram que já deixaram de comprar em uma loja depois de fazer consultas pelo celular, e 22% visitaram um estabelecimento físico pela influência de uma propaganda mobile.
As informações deste nicho e de como os consumidores se portam, são importantes para as empresas tomarem decisões objetivas e eficientes. Cada marca deve conhecer o perfil de seu público para engajá-lo e atingir resultados positivos.
O relatório também traz informações importantes com relação a forma de uso dos smartphones: 40% dos usuários utilizam para ler notícias através de navegadores e 10% via aplicativos, enquanto que 24% fazem uso das duas formas. Além disso, 40% preferem jogar por aplicativos, contra 11% que optam utilizar o navegador para os games e 13% para ambos. Já nas redes sociais, 35% acessam por apps, 19% acessam pelo navegador e 31% das duas maneiras.
A tecnologia mobile pode melhorar os resultados dos negócios, mas é preciso acompanhar de perto o mercado e o público, para desenvolver estratégias coerentes e que vão de encontro com o que os consumidores buscam.



